tartarugas e lebresQuando julgamos ser lebres, a viver num ritmo alucinante de ilusões e desilusões, e as sentimos como se fossem fins do Mundo, e a correr para o melhor da vida, impulsivamente, há alguém que nos mostra que temos uma tartaruga pachorrenta, paciente e forte dentro de nós.
as lutas.Subitamente, a consciência engalfinhou-se com o sentimento: -'Puta, puta. Desaparece. Odeio-te.', dizia ela, entre outras tantas e piores ofensas.O sentimento permanecia imóvel, hirto, sem se deixar abalar por tamanhas ofensas. A consciência estav furiosa, chorava de raiva, por ter confiado nele, por ter permitido que ele, ao dar-he segurança, a tenha feito deixar de achar necessária a sua presença. Foi-se embora. Abandonou o corpo. O 'filho da puta' do sentimento, esse, parecia indiferente a tudo. Podia a consciência dar-lhe todas as razões, mas ele não se importava. Permaneceria ali, até e
Tudo e NadaEra um atrás do outro. Um, e outro, e outro, e outro. As lágrimas já não escorriam. O sofá tornou-se, como que por artes mágicas, ou pela força do hábito, o assento mais confortável em que algumas vez se lamentara. Claro que os risos da irmã eram a melhor companhia, mas as garrafas vazias passaram a ser parte da casa, onde agora apenas ecoavam as suas gargalhadas pertencentes a outras dimensões temporais. A rotina, a prisão em si, fizeram-na retirar-se naqueles dias para descansar do Mundo. Lembrava-se das poucas vezes em que ainda se socorria da memória, daquilo que a fazia exi
E a foto também : D *
Está mesmo excelente a foto e o conceito, adorei mesmo. BEIJOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO AMOROSOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO